
As funções educativas que abarcam a educação não formal vão desde numerosos aspectos da educação permanente a tarefas de complementação da escola, desde actividades da pedagogia do ócio a outras relacionadas com a formação individual. (Ander- Egg, 1999: 31).
A animação socioeducativa, enquanto modalidade da animação sociocultural, e a educação não formal apresentam uma relação intrínseca, uma vez que a animação socioeducativa intervém, essencialmente com base na educação não formal, surgindo esta como estratégia complementar do sistema educativo, com uma acção educativa que deve ter como pressupostos básicos de actuação as regras, a ordem, a alegria, a socialização, a participação e a liberdade.
Segundo Jacinto Jardim (2002: 18) a animação através da sua função educativa pretende «promover, encorajar, despertar inquietações, motivar para a acção, fazer desabrochar potencialidades latentes em indivíduos, grupos e comunidades».
No âmbito da animação socioeducativa o animador desempenha o papel de educador, e a metodologia aplicada baseia-se na participação activa de todo o grupo. O animador trabalha baseando-se na animação socioeducativa, essencialmente, em movimentos educativos através de programas e actividades extra-escolares.